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A avaliação é do Gordon Hempton, conhecido como o “caçador de sonsâ€, e ganhou destaque no jornal francês Le Monde.
Há mais de três décadas que Hempton percorre o mundo para registrar ambientes sonoros não alterados por sons humanos. Ao longo desses anos constituiu uma biblioteca de centenas de horas de sons provindos de organismos vivos não humanos (“biofoniaâ€) e de fontes não biológicas (“geofoniaâ€). Parte deste acervo sonoro está sendo comercializado e alguns trechos, podem ser acessados gratuitamente, resgatando a memória de uma natureza intocada e de incrÃvel beleza e riqueza sonora.
O caçador de sons prega a proteção dos espaços sonoros, cada vez mais corrompidos pela “antropofoniaâ€, isto é, sons de origem humana. Para Hempton, esses rarÃssimos espaços não poluÃdos pelo barulho da civilização poderiam desaparecer em 10 anos.
Para que uma área seja considerada livre de poluição sonora, é necessário que durante o amanhecer, quando a biofonia é máxima, não seja detectada antropofonia durante 15 minutos consecutivos.
De acordo com Hempton, haveria uma dúzia de áreas de “silêncio†na América do Norte, algumas no norte da Europa, mas nenhuma na França, por exemplo, paÃs onde já foi fazer medições. “Quem diz o contrário provavelmente sofre de uma perda de audição não diagnosticadaâ€, afirma.
Fonte : Texto e imagem retirados do site audiology-infos.